
Arte Aborígine Contemporânea da Austrália
A exposição Tempo dos Sonhos: A Arte Aborígine Contemporânea da Austrália apresentou obras de artistas aborígines da Austrália. Participaram do projeto artistas de várias regiões do país, entre eles, Emily Kame Kngwarreye (1910c – 1996), a grande estrela da exposição, e o renomado Clifford Possum Tjapaltjarri (1932 – 2002).
Os artistas desta exposição, que encantaram e continuam a emocionar o público da América Latina, já participaram de exposições no Metropolitan Museum of Art e no MoMA (Museum of Modern Art) - ambas instituições de Nova York - e de bienais como a de Veneza, Sydney e São Paulo . Eles também tiveram obras exibidas em museus na França, Japão e Alemanha, entre tantos outros países.
No Tempo dos Sonhos, os artistas tecem a narrativa de uma história milenar – de mais de 20 mil anos. A arte aborígene é a tradição contínua mais antiga do planeta. E, por incrível que pareça, até esta exposição, essa forma de arte nunca tinha tido uma representação de peso e relevante na América Latina.
O Tempo dos Sonhos visitou 9 cidades brasileiras. Em 2019, o projeto foi redesenhado e ganhou duas versões de exposições. Uma foi enviada para o México e visitou o Museo Cabanãs, em Guadalajara, e o Museo Nacional de las Culturas, na Cidade do México. A outra foi apresentada no Museo MAPI, em Montevideo, Uruguai.
A arte aborígine é considerada pelos críticos como o último grande movimento artístico do século XX.
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